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Notícias

O que você daria para trabalhar em um cantinho só seu?
Escritórios abertos são uma moda que pegou nas empresas nas últimas décadas. A ideia tem defensores, que argumentam que a configuração sem salas individuais ou paredes aumenta a comunicação nos escritórios e, com cada um sabendo o que o outro está fazendo, a produtividade dos funcionários. É uma tendência poderosa a ponto de, segundo pesquisa recente, 8 em cada 10 empresas nos Estados Unidos possuírem este formato. Mas se você trabalha em um ambiente assim, do que abriria mão para ter o contrário, um canto só seu? Foi a pergunta que a empresa de pesquisas americana YouGov fez a quatro mil empregados de escritórios, dos quais 400 trabalham especificamente em espaços abertos. Eis alguns benefícios que seriam trocados por mais privacidade. O bônus salarial anual Cinco dias de férias O direito de sair mais cedo nas sextas-feiras de verão Trabalhar perto de uma janela A máquina de café As festas de fim de ano na empresa Três em cada 10 empregados entrevistados disseram que evitam revelar seus pensamentos ao conversar no telefone, evitando que os outros as ouçam. Quase dois em cada 10 acham que a qualidade de vida diminuiu em um escritório aberto e 13% pensam em deixar o emprego depois da mudança para um espaço com pouca privacidade. E o resultado nem mesmo é o aumento da colaboração. Ao analisar o efeito da mudança no espaço de trabalho numa das sedes da OpenCo, uma agência de publicidade da África do Sul, de salas e departamentos para uma grande área aberta, Ethan S. Bernstein e Stephen Turban, dois economistas da Universidade de Harvard, descobriram o contrário. No começo do experimento, os participantes, 52 funcionários da agência, usaram durante 15 dias um pequeno dispositivo criado pelo MIT, o Massachusetts Institute of Technology, conhecido como sociômetro, que é capaz de medir as interações ao vivo, face a face. Com todo mundo no mesmo espaço, a ideia era de que a inteligência coletiva aumentaria na empresa, mas, depois de três meses, os aparelhos registravam uma queda de 70% nas interações no ambiente de trabalho. A quantidade de e-mails enviados entre todos, por sua vez, ficou 56% maior. Já a quantidade de mensagens via Instant Messenger (o estudo foi antes do Whatsapp) para responder subiu 20%. E se antes da mudança as conversas ao vivo somavam quase seis horas diárias, depois caíram para menos de duas, substituídas por mensagens eletrônicas. Mas isso é preocupante? Segundo a própria OpenCo, a produtividade dos empregados caiu depois da mudança. Por isso, um segundo experimento foi realizado em outra sede da empresa, com outros 100 funcionários, analisando como interagiam com a pessoa sentada mais próxima. Pois mesmo se sentando mais perto, as duplas passaram a se comunicar menos ao vivo depois da mudança do escritório para um espaço aberto. O efeito ainda aumentava conforme as mesas ficavam mais distantes. A transição para um espaço aberto não necessariamente cria mais interatividade, sugerem os dois experimentos. O estudo de Harvard não culpa as comunicações eletrônicas pela queda na produtividade. Outros trabalhos inclusive apontam que usar mais o email aumentou a produtividade em alguns locais. Mas a interação humana no trabalho é mais complexa e afetada por outros fatores além da simples arquitetura.
Como conseguir um emprego ou abrir um negócio na terceira idade? Veja 6 dicas

É importante manter uma rede de contatos e não ter medo da tecnologia para retornar ao mercado de trabalho, recomendam especialistas. Idosos no mercado de trabalho Rede Amazônica/Reprodução O idoso que pretende voltar ao mercado de trabalho após ter perdido o emprego ou ter se aposentado deve ficar atento às mudanças do mercado de trabalho. A reciclagem pessoal e a afinidade com o mundo digital não são exigências apenas para os jovens profissionais, mas também para quem busca se recolocar ou abrir seu próprio negócio na terceira idade. Idosos ampliam espaço no mercado de trabalho, mas só 1/4 tem carteira assinada Fora do mercado formal, mais da metade dos idosos que trabalham tem negócio próprio Nos últimos anos, ficou mais difícil para os mais velhos conseguirem uma recolocação. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado no primeiro semestre apontou que caiu o percentual dos que conseguiram se ocupar ao passar dos 60 anos. Essa taxa passou de 28%, em 2012, para 23% em 2018. Mas é possível superar essa dificuldade, já que os idosos também têm qualidades apreciadas no mundo profissional, aponta Luciana Franco, sócia da Improve Human Consulting. “Profissionais dessa faixa etária são mais experientes, mais focados em resultados e tão ambiciosos quanto os jovens”. Veja abaixo 6 dicas para conseguir se recolocar: Recicle seus conhecimentos – Estudar é importante para o nosso desenvolvimento na vida pessoal e profissional, lembra Luciana, da Human Consulting. “Mais do que simplesmente contar os anos, é preciso saber envelhecer com qualidade e saúde, mantendo a mente sempre ativa”, diz. Antigamente, os estudos eram muito caros e estavam acessíveis a poucos. Agora, existem workshops, oficinas e até cursos à distância sobre novos temas, fundamentais para o sucesso de startups e para manter a agenda ocupada, sem ociosidade, destaca ela. Faça networking – Criar uma rede de contatos profissionais é fundamental para quem busca manter-se no mercado de trabalho. “É importante sair de casa e encontrar pessoas e não só ficar mandando currículo por email”, destaca o fundador da plataforma de trabalho para a terceira idade MaturiJobs, Mórris Litvak. Hoje, o LinkedIn é a rede social usada como referência para fazer contato e também é uma vitrine para o seu currículo. Portanto, é preciso usar essa ferramenta a seu favor. Planeje seu negócio – Para que um novo negócio dê certo, é preciso desenvolver um perfil empreendedor, conhecer a realidade do mercado e organizar um bom plano de negócios, aponta Luciana. “Elabore seu projeto prevendo cenários futuros e aplicando seu conhecimento na área de interesse. A experiência e a maturidade profissional são favoráveis para acertar na criação de startups e de novos projetos”, diz. E acrescenta: “As características da terceira idade trazem valor aos negócios de consultoria, assessoria e prestação de serviços. Em geral, pessoas que começam a empreender depois dos 60 anos podem desenvolver essas atividades de forma autônoma”. Tecnologia não pode ser uma barreira – A dificuldade em lidar com novos dispositivos, aos quais os mais jovens estão mais habituados, não pode ser um empecilho para voltar ao mercado de trabalho, aponta Latvik, da MaturiJobs. “A tecnologia abre portas e hoje existe uma grande variedade de cursos voltados para quem quer abrir startups ou até os mais básicos como de informática, que estão sendo oferecidos por empresas que estão começando a olhar esse público crescente”, diz. Considere novas formas de trabalho – Diferentemente de tempos antigos, hoje existem novos modelos de trabalho que trazem flexibilidade e não exigem o comprometimento de ter que cumprir horários e deslocar-se todos os dias para o mesmo lugar, lembra Latvik. “São inúmeras as novas formas de ocupação que vão além do emprego tradicional, como o trabalho autônomo,a economia compartilhada. Isso traz uma flexibilidade que pode ser importante para os mais velhos”, diz. Arrisque - A grande vantagem da idade é a experiência adquirida em toda a trajetória de vida, observa Luciana. “Os idosos têm menos medo de riscos e estão mais preocupados com a realização pessoal do que com a rentabilidade imediata”, diz. Segundo ela, empreendedores da terceira idade se preocupam menos com a segurança financeira de suas famílias porque elas já estão estruturadas. Essa segurança permite arriscar mais. “Mas não se esqueça: o dinheiro da aposentadoria precisa ser guardado e não pode entrar na diversão do dia a dia”, recomenda ela.

Fora do mercado formal, mais da metade dos idosos que trabalham tem negócio próprio

Maior parte das pessoas ocupadas com mais de 60 anos abriu a própria empresa ou trabalha como autônomo; necessidade tem levado idosos a empreender. Veronique Forat (esquerda) e Martha Monteiro abriram a startup Morar.com.vc no ano passado. Fabio Tito/G1 Movidas pela necessidade de renda e em busca de realização pessoal, cada vez mais pessoas da terceira idade permanecem ou retornam para o mercado de trabalho – e esse aumento vem sendo puxado pelo empreendedorismo. Idosos ampliam espaço no mercado de trabalho, mas só 1/4 tem carteira assinada Como conseguir um emprego ou abrir um negócio na terceira idade? Veja 6 dicas Segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no segundo trimestre deste ano 46% da população ocupada com mais de 60 anos trabalhava por conta própria e 9,3% eram empreendedores. Enquanto isso, apenas 1 em cada 4 (26%) idosos ativos tinham emprego com carteira assinada, ao passo de 18% estavam na informalidade, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE. “O trabalho autônomo ou informal muitas vezes é a única opção em um mercado que ainda oferece poucos empregos formais para esse público”, aponta Mórris Litvak, fundador da plataforma de trabalho para a terceira idade MaturiJobs. Abrir uma startup após os 60 Aos 60 anos, Veronique Forat havia deixado para trás a carreira de comunicação e marketing e decidiu abrir uma startup com sua sócia, Martha Monteiro, de 64 anos. Ambas criaram em 2017 um site que conecta pessoas dispostas a se hospedar ou morar juntas usando como base a afinidade, o Morar.com.vc, que opera na cidade de São Paulo. Veronique Forat, que abriu uma startup após os 60 anos: 'existe uma resiliência que você adquire com a idade'. Fabio Tito/G1 Elas se conheceram em um workshop de reinvenção do trabalho depois dos 60 anos e descobriram que podiam seguir uma segunda carreira profissional. O desafio para fazer melhorias no site é grande, após a percepção de que o negócio exige muito conhecimento em tecnologia. Mas não foi a falta de domínio técnico que Veronique encontrou como empecilho para empreender na sua idade. “A dificuldade é que talvez não sejamos levadas tão a sério em um ambiente muito masculino e jovem como é o de startups", conta. Veronique conta que existe um certo "pé atrás" por parte dos investidores em apostar em startups chefiadas por duas mulheres mais velhas”. Mas ela enxerga a maturidade como vantagem nesse meio e também um "alimento" para a criatividade exigida nesse meio. Não foi só a necessidade financeira que a motivou a abrir um negócio depois dos 60, mas o ímpeto de continuar tendo desafios que, segundo ela, é o que “mantém a gente vivo”. As empreendedoras Veronique Forat e Martha Monteiro. Fabio Tito/G1 “Não é possível que muita gente não perceba o potencial enorme que as pessoas mais maduras têm. Existe uma resiliência que você adquire com a idade”, afirma Veronique. “Com mais idade, você sabe que se levar uma bofetada e cair sentado, o mundo não acabou”, diz a empreendedora. Segundo Luciana Franco, sócia da Improve Human Consulting, há, de fato, espaço no mercado brasileiro para startups com profissionais da terceira idade por serem qualificados, maduros e com alto senso de responsabilidade. "O empreendedorismo tem sido um caminho escolhido por muitos brasileiros da terceira idade como alternativa para ter uma vida mais ativa, inclusive após a aposentadoria", observa. Cresce a participação de idosos no empreendedorismo Um levantamento do Sebrae de 2017 mostrou que 12,35% dos empreendedores do país estão na faixa dos 55 a 64 anos – 6,1 milhões dos 49,4 milhões. Segundo o estudo, 32,3% das pessoas nesta faixa de idade são empreendedores – 10,3% em fase inicial e 22,4% já estabelecidos. Nesta faixa etária, a proporção de pessoas que abriram negócio cresceu de 7%, em 2012, para 10,4%, em 2016. Segundo a pesquisa, 61% dos empreendedores iniciais são mulheres, o que, segundo o Sebrae, se explica pela crise econômica, que motivou mulheres com mais idade ou aposentadas a empreenderem para completar a renda da família. Entre os aposentados, cerca de 8% já abriram seu próprio negócio, aponta outra pesquisa do Sebrae. Outros 25% pretendem abrir uma empresa no futuro e, destes, 10,8% planejam abri-la em até dois anos. Cerca de 80% já sabem que tipo de negócio gostariam de montar - 6 em cada 10 escolheram o comércio, especialmente no ramo da alimentação. Para 7 em cada 10 entrevistados, a motivação para abrir uma empresa decorre de razões financeiras, como complementar a renda e ajudar a família : 49,7% pretendem abrir uma empresa para complementar a renda – seja a própria ou da família; 21% citaram a necessidade de manter a família; 21% pensam em se manter ocupados após a aposentadoria; 'Não queria ficar parado' Márcio Nogueira, de 62 anos: vontade de abrir negócio veio após a aposentadoria. Divulgação/Ecoville O aposentado Márcio Nogueira, de 62 anos, decidiu investir no próprio negócio após atuar por 42 anos em empresas como administrador com especialização em logística e transportes. Há pouco mais de um ano, ele gerencia uma unidade móvel de uma franqueadora de lojas de produtos de limpeza do país, a Ecoville, em Campinas, interior de São Paulo. A vontade de se aventurar no empreendedorismo veio após a aposentadoria, em 2015, e a decisão se deu em uma feira de franquias no Rio de Janeiro. “Trabalhava como gestor, com carteira assinada, mas sempre quis empreender num negócio próprio”, diz. Nogueira conta que tinha uma vida profissional agitada e não queria ficar parado após se aposentar. “Mas queria algo que não tivesse ponto fixo nem compromisso de horário para abrir e fechar, que me permitisse viajar quando quisesse”, comenta. Ele optou pelo ponto móvel, com a venda porta a porta, para empresas e estabelecimentos comerciais e de serviços, em uma região específica de Campinas. Nogueira tem a ajuda do sobrinho Saint Clair, de 40 anos, que cuida das vendas, e ele faz a gestão da empresa. O investimento foi em torno de R$ 100 mil – teve que comprar carro, computadores e alugar um imóvel para depósito e escritório. “Antes, quando era empregado, no fim do mês tinha o dinheiro garantido. Agora tem a incerteza, mas é gratificante realizar um sonho e ver a satisfação do cliente”, diz. Nogueira conta que o primeiro ano foi de aprendizado e prejuízo, com foco em produtos que vendem mais e estoque reduzido, mas neste ano conseguiu equilibrar as contas. O administrador de empresas conta orgulhoso que, após os 60 anos, conseguiu unir o sonho do negócio próprio com a possibilidade de visitar sua filha no Rio de Janeiro, por exemplo, no meio da semana. “No mês passado estava passeando em Portugal com minha esposa, gerenciando tudo de lá. Eu queria continuar trabalhando, mas de forma flexível. E consigo contornar tudo à distância”, diz o empreendedor. Segundo Latvik, da MaturiJobs, a grande participação dos empreendedores nesta faixa etária se explica não só pela falta de oportunidade no mercado formal, mas pela preferência de muitos idosos por funções mais flexíveis e sem horário fixo ou necessidade de deslocamento. Trabalho na terceira idade Juliane Monteiro/G1

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