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Casa

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JARDIM SANTA EFIGENIA
SALTO-SP
Cód: LOC.007

Locação:$950.00

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BELA VISTA 
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Locação:$850.00

Casa

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BELA VISTA 
SALTO-SP
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2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JARDIM NOVA ERA
SALTO-SP
Cód: LOC.008

Locação:$1,500.00

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2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
VILA NORMA
SALTO-SP
Cód: CA-049

$280,000.00

Apartamento

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VILA HENRIQUE
SALTO-SP
Cód: APTO.024

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Locação:$1,100.00

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JARDIM ELIZABETH
SALTO-SP
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$215,000.00

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CONDOMÍNIO SANTA ROSA
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$170,000.00

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JARDIM SANTA MARTA III
SALTO-SP
Cód: TE.025

$130,000.00

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1 Quarto(s)
BELA VISTA
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Locação:$650.00

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SALTO-SP
Cód: BAR.002

Locação:$5,500.00

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Notícias

Após série negativa, indústria na região de Campinas volta a gerar empregos e alcança 2º melhor resultado do ano, diz Ciesp

Empresas registraram saldo positivo de 1,1 mil postos de trabalho em julho. Resultado reflete cenário em quatro áreas, diz levantamento; veja evolução mensal. Sede do Ciesp no bairro Bonfim, em Campinas Luciano Calafiori/G1 Após registrar cortes de 1,7 mil vagas de emprego em dois meses, a indústria na região de Campinas (SP) encerrou julho com a recuperação de 1,1 mil oportunidades, segundo o Centro das Indústrias do estado de São Paulo (Ciesp). O saldo acumulado desde janeiro é de 2,5 mil postos. O levantamento indica que o resultado foi influenciado por resultados positivos nas áreas de produtos alimentícios (2,3%), produtos de borracha e de material plástico (2%), máquinas e equipamentos (1,1%), além de produtos minerais não-metálicos (1,6%). O resultado é o segundo melhor do ano - superado apenas em janeiro, quando foram abertos 1.550 postos de trabalho. Ao todo, são considerados na pesquisa os dados de quase 500 empresas associadas em Águas de Lindóia (SP), Amparo (SP), Artur Nogueira (SP), Conchal (SP), Estiva Gerbi (SP), Holambra (SP), Hortolândia (SP), Itapira (SP), Jaguariúna (SP), Lindóia (SP), Mogi Guaçu (SP), Mogi Mirim (SP), Paulínia (SP), Pedreira (SP), Santo Antônio de Posse (SP), Serra Negra (SP), Sumaré (SP) e Valinhos (SP). Reequilíbrio O economista Eli Borochovicius avalia que o resultado positivo de julho indica reação da economia do país. "É um crescimento lento, mas ela tem dado sinais em um processo moroso. O Brasil é grande, leva um certo tempo para reagir", explica. De acordo com ele, a tendência é de que haja um equilíbrio entre contratações e desligamentos até o fim deste ano e as eleições podem influenciar. "Saímos de uma crise forte, e agora estamos entrando num ritmo de crescimento não acelerado [...] Estamos ouvindo as propostas de cada candidato, e cabe ao brasileiro decidir a melhor", explicou. Série negativa A indústria da região de Campinas fechou 250 vagas no mês de maio e, à época, o número foi associado pelo Ciesp ao resultado da crise cambial gerada pela desvalorização do real, fuga de capitais do Brasil após aumento de juros nos Estados Unidos e a não votação de reformas estruturais pelo Congresso Nacional, entre elas, a Reforma da Previdência. Em junho, contudo, houve o pior desempenho do setor e 1.450 demissões foram contabilizadas, de acordo com a pesquisa. A greve nacional dos caminhoneiros no mês anterior e indefinições no cenário político foram apontados como alguns dos fatores que provocaram reflexos no indicador. Veja mais notícias da região no G1 Campinas

Instagram: invasões de contas com e-mail russo e imagens de filmes

Vítimas de ataque perdem controle do perfil do Instagram após invasores alterarem dados de contato cadastrados Divulgação O Instagram anunciou que está investigando um problema que está deixando pessoas com "dificuldades para acessarem suas contas". A empresa não apontou o motivo, mas, segundo apontou uma reportagem do site "Mashable", uma onda de invasões está alterando os e-mails dos usuários para um endereço russo (normalmente do provedor mail.ru) e colocando cenas de filmes como fotos de perfis - além de alterar a senha, o que deixa as pessoas incapazes de acessarem suas contas. Em uma semana, o "Mashable" identificou 899 usuários reclamando no Twitter sobre esses ataques. Usuários também publicaram sobre o assunto no Reddit e o Google Trends identificou um aumento no número de pesquisas sobre "Instagram hacked". O blog Segurança Digital recebeu um relato de um brasileiro que também foi vítima de um ataque semelhante. Não se sabe qual o intuito dos invasores, já que até o momento não há qualquer registro de publicações indevidas para a realização de spam (como aconteceu no caso das propagandas falsas de óculos Ray-Ban). As únicas mudanças percebidas são a remoção da biografia e a alteração da foto do perfil, normalmente com uma cena ou personagem de filme. O Mashable classificou os ataques como "bizarros". Também não se sabe como os invasores obtiveram acesso às contas. De acordo com o "Mashable", até pessoas que usam a autenticação de dois fatores acabaram vítimas do problema. Como o Instagram envia um e-mail para a redefinição da senha, quem teve a conta hackeada está com dificuldade para reavê-la, já que o e-mail de redefinição de senha é enviado para o novo endereço configurado pelo invasor. O Instagram tem um processo específico para quem perdeu totalmente o acesso à conta, mas nem sempre obtém-se êxito ao fim do processo (confira as dicas do Instagram abaixo). Ataques "destrutivos" como este, que fazem a vítima perder totalmente o controle da conta, são incomuns. Depois que uma conta é hackeada, ela tende a perder rapidamente seus seguidores e, com isso, sua relevância. Em muitos casos, a preferência do invasor é manter a discrição para conseguir fazer publicações comerciais não autorizadas nos perfis. Dicas do Instagram para quem teve a conta hackeada: - Se você recebeu um e-mail nosso com uma notificação sobre uma alteração em seu endereço de e-mail e você não iniciou essa alteração, clique no link marcado como "reverter esta alteração" no e-mail e altere sua senha. - Aconselhamos a escolher uma senha forte. Use uma combinação de pelo menos seis números, letras e sinais de pontuação (como! E &). Deve ser diferente de outras senhas que você usa em outros lugares da internet. - Você também pode usar as etapas descritas aqui para restaurar sua conta. Por favor, use um novo endereço de e-mail seguro para restaurar sua conta. - Por fim, revogue o acesso a aplicativos suspeitos de terceiros e ative a autenticação de dois fatores para obter segurança adicional. Nossa autenticação de dois fatores atual permite que as pessoas protejam suas contas por meio de SMS. Estamos trabalhando em uma funcionalidade adicional de dois fatores que será compartilhada em breve. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1

Os multimilionários e polêmicos investimentos da Universidade de Harvard em terras na América Latina

A crise econômica mundial levou a gigante do setor de ensino, cujo patrimônio é maior que o PIB de muitos países, a apostar em uma possível manutenção da rentabilidade em áreas como Brasil, Chile e Argentina - mas há bastante controvérsia envolvendo esses investimentos. Alguns discutem se Harvard é a melhor universidade do mundo. Mas ninguém duvida de que seja a mais endinheirada. Seu patrimônio próprio, superior a US$ 36 bilhões (o equivalente a R$ 142 bilhões), ultrapassa o PIB de países como Paraguai, Honduras ou El Salvador. Harvard é considerada uma das melhores universidades do mundo e também é a mais endinheirada Getty Harvard é, em si, uma potência não apenas em termos de prestígio, mas também econômica. E nos últimos anos decidiu investir em terras na América Latina (Brasil incluído), uma opção que lhe tem trazido dores de cabeça - algumas delas por causa de terras que comprou na Bahia. Críticos acusam a instituição de má gestão ambiental, de adquirir imóveis com irregularidades nos títulos de propriedade e, no melhor dos casos, de ter feito um mau negócio. Tudo começou com o colapso financeiro global de 2007, quando os mercados de ações despencaram em todo o planeta. Como muitos dos destinos tradicionais de seus investimentos estavam em dificuldades por causa da crise econômica, os especialistas financeiros que administram o patrimônio de Harvard decidiram embarcar em uma estratégia de compra de terras agrícolas em países em desenvolvimento, inclusive a América Latina, esperando que essas fazendas mantivessem a rentabilidade que não se via mais em Wall Street. Harvard investiu em terras rurais no Uruguai, no Chile, na Argentina e no Brasil, entre outros países da região. Venda de terras Mas o investimento se justificou? Em muitos casos, parece que não. Em outubro de 2017, a Harvard Management Company, empresa que administra os investimentos da universidade, anunciou que reduziu em US$ 1 bilhão (R$ 3,94 bilhões) o valor estimado de sua carteira de investimentos em recursos naturais em todo o mundo, ante o fraco desempenho desses negócios. Vista aérea do interior do Brasil-terras no país e em outros da América Latina foram compradas por Harvard Getty Foi então anunciada, entre outras medidas, a venda de uma fazenda no Uruguai, cujo valor se estimava em US$ 120 milhões (R$ 473,35 milhões) e incluía 20 mil hectares de plantações de eucalipto. Mas a rentabilidade insatisfatória dessas propriedades poderia ser apenas um dos problemas de Harvard como proprietária de terras na América Latina. Há vários anos, entretanto, a instituição também enfrenta uma controvérsia legal por causa de sua propriedade na Bahia, com 140.000 hectares e comprada por intermédio de uma subsidiária, a Caracol Agropecuária. De acordo com a agência de notícias Bloomberg, alguns questionam em Harvard se o negócio foi feito, de fato, com os legítimos proprietários. Algum tempo atrás, vários agricultores da região foram à Justiça brasileira argumentar que, há mais de uma década, eles praticavam agricultura de subsistência nessas fazendas, que eram então propriedade do Estado. Os agricultores afirmam que foram expulsos irregularmente da área por um grupo de latifundiários brasileiros, supostamente com títulos de propriedade, e então a venderam a Harvard. As autoridades brasileiras estudam há anos essas supostas irregularidades. Um relatório apresentado em 2014 por uma comissão estadual argumentou, segundo a Bloomberg, que sua recomendação era revogar títulos de propriedade - descritas como resultado de um "festival de procedimentos irregulares e ilegais que resultaram na usurpação de terras públicas", situação sucedida pela compra o terreno pela Caracol, a empresa associada a Harvard. As autoridades do Estado da Bahia "estão decidindo se entrarão com uma ação para reivindicar a propriedade dos títulos", observou a Bloomberg no final de abril. Mas não há notícias de medidas legais concretas tomadas contra Harvard, apesar de a disputa estar em curso há tantos anos. Questionada sobre o caso pela BBC News Mundo, a Harvard Management Company informou que adota a política de não comentar "investimentos específicos". A despeito da polêmica sobre seus investimentos, Harvard continua sendo muito rica. E seu prestígio acadêmico se mantém avassalador Getty Queixas ambientais As polêmicas não param por aí. Harvard também foi acusada por ativistas em pelo menos dois países latino-americanos de comportamentos inadequados em relação ao meio ambiente. No Chile, o governo local de Chiloé anunciou ações legais contra a Agricola Brinzal, pertencente a Harvard, acusando-a de derrubar florestas nativas e reflorestá-las com espécies estrangeiras. Segundo o CIPER, Centro de Investigação Jornalística do Chile, "desde 2004, a Universidade de Harvard criou pelo menos 11 empresas no Chile para explorar o negócio florestal". "Uma delas é a Agrícola Sapling e Pólo, que enfrenta dois processos judiciais," supostamente pelo corte ilegal de 76 hectares de mata nativa, afirma o Centro. Na Argentina, de acordo com reportagem do jornal Clarín, "Harvard possui terras no país e seus alunos a acusam de explorá-las mal". O jornal acrescenta que a instituição "tem 87 mil hectares na cidade de Corrientes, onde produz madeira". Grupos de ativistas, alguns deles alunos da universidade, acusaram a empresa de ter iniciado uma atividade de exploração florestal que poderia ser prejudicial ao meio ambiente. A propriedade em questão era usada na plantação de pinheiros e eucaliptos em uma área ambientalmente sensível perto da reserva natural de Ibera, na província argentina de Corrientes. Quando questionada sobre as queixas que suas propriedades no Chile e Argentina enfrentam, a Harvard Management Company repetiu, em nota à BBC News Mundo, que não comentaria sobre investimentos específicos. Independentemente das controvérsias ambientais que enfrentou no passado, Harvard parece ter tomado a decisão de reduzir sua participação nos negócios agrícolas na América Latina e em outras regiões do mundo. Como afirma o jornal britânico Financial Times, em reportagem recente sobre as explicações que os administradores financeiros da universidade têm apresentado, "a mensagem é que era difícil avaliar corretamente os ativos, que era fácil pagar demais por eles no início, que a rentabilidade podia ser ilusória e reposicionar a carteira de investimentos poderia levar anos".

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